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A mostrar mensagens de julho, 2016

#166 STEDMAN, M.L. A Luz Entre Oceanos

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Sinopse:   Tom Sherbourne é umhomem que, regressado dos horrores da Primeira Guerra Mundial, aceita ocupar oposto de faroleiro numa remota ilha ao largo da costa oeste australiana. A ilhaproporciona refúgio e consolo para os fantasmas do passado, e Tom e a mulher,Isabel, estão satisfeitos com a sua vida, exceto com o facto de não conseguiremter filhos. Um dia, numa manhã de abril, um barco dá à costa. Nele encontram-seum homem sem vida e um bebé a chorar. Isolados como estão do mundo real, Tom eIsabel decidem quebrar as regras e seguir o que o coração lhes diz. Mas a suadecisão terá consequências devastadoras...  A Luz Entre Oceanos  é uma históriasobre o bem e o mal, e de como por vezes se confundem. Distinções: -Melhor Romance Histórico de 2012 pelo site Goodreads. - Melhor Livro do Mês na Amazon.com. - Melhor Livro do Mês na Apple IBookstore. - Melhor Livro do Mês nas livrarias Indie dos EUA. - National Blue Ribbon pelo Book of the Month Club. Opinião:  “Só tens de perdoar uma vez. ...

#162, MÁRQUEZ, Gabriel García, Memória das Minhas Putas Tristes

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Opinião:  Memória das Minhas Putas Tristes  é um livro que cobicei durante anos. Depois da minha primeira experiência com Gabriel García Márquez, em que não consegui levar o  Cem Anos de Solidão  a bom termo, queria dar uma segunda oportunidade ao tão-aclamado Nobel Colombiano. Este livro pareceu-me o ideal, pelo tamanho, o título e a sinopse. Agora fico aliviada por ter lido o sublime  O Amor nos Tempos de Cólera  e  Crónica de Uma Morte Anunciada  antes deste livro. Não posso considera-lo mau, por ter vindo ao mundo pelo punho de quem veio, mas falta-lhe a naturalidade poética e o embalo da narração dos outros. Li-o de enfiada, o que me permitiu seguir todos os acontecimentos numa tarde, e não me relacionei. Em parte o tema descrito é controverso, difícil de digerir – um velho de noventa anos determinado a dormir com uma adolescente virgem -, por outro lado, a ideia de um amor nascido da criança que dorme e do velho que a observa desnuda é-me demasiado repulsiva. Ainda assim, e recon...

#161 NETO, Joel, Arquipélago

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Sinopse: Açores, 1980. Quando um grande terramoto faz estremecer a ilha Terceira, o pequeno José Artur Drumonde dá-se conta de que não consegue sentir a terra tremer debaixo dos pés. Inexplicável, esse mistério há-de acompanhá-lo durante toda a vida. Usando a mestria narrativa e o apuro literário dos clássicos, bem como um dom especial para trazer à vida os lugares, as gentes e a História dos Açores, Joel Neto apresenta um romance de grande fôlego, em que a ilha é também protagonista de uma epopeia corajosa e emocionante como há muito não se via na literatura portuguesa.   Opinião:   “Arquipélago” foi tantas coisas, e nenhuma foi a que esperava. Imaginei um romance sobre um homem de meia-idade a redescobrir a sua terra – e Portugal é tão rico em “terras”, que um tratado assim sobre os Açores me faz brilhar os olhos de orgulho - quem sabe a revisitar o passado, talvez uma narrativa mais debruçada no ontem do que no agora. Porém, Joel Neto levou o que teria sido previsível muito mais al...