Marraquexe - Parte II
Ficámo-nos pelas tajines num terraço sobre a praça. Descobri que, se o menu apenas anunciasse "tajine de beauf", podem crer que não há acompanhamento. Fui obrigada a pedir um bocado de couscous para engolir aquele pedacinho de carne, por sinal bastante tenrinho. Será por isso que quase todos os marroquinos se saíam com um batata frita quando descobriam que éramos portuguesas? Será que outros portugueses percorreram o caminho antes de nós e, quando se levantava a tampinha de barro do tajine, ficavam a olhar para dois cubinhos de carne cheirosa e apetitosa rodeada de molho fumegante, mas nem um arroz, nem uma batatinha a acompanhar? Enfim, saltemos das tajines para o dia seguinte, durante o qual descobrimos que nada sai como previsto em Marrocos. Para começar, saímos cedo até às lojas que estavam abertas ao longo das ruas sinuosas que envolvem a praça principal. Já não estavam os 37 graus do dia anterior, por isso pudémos respirar. Depois de passarmos por brincos, luminária, ...