Pelo Fim da Ditadura dos Bidés
O dia 8 de janeiro de 2024 foi o dia em que, no Diário da República, foi publicado o Decreto-Lei n.º 10/2024 que pôs um ponto final à ditadura dos bidés em Portugal. Ora vejamos:
(...) elimina-se a obrigatoriedade da existência de bidés em casas de banho; ii) permite-se que possa existir um duche em casas de banho, em vez de banheiras. (...)
Pois é, que lei é esta que andámos todos (tantos, bastantes) a violar até 8 de janeiro de 2024, e o que significa isto do “fim da obrigatoriedade da existência de bidés em casas de banho”? Será que todos aqueles que preferiram ter um armário de toalhas ou um cesto para a roupa suja, ou mesmo uma máquina de lavar-roupa na casa de banho, no sítio onde tradicionalmente estaria o bidé, esteve este tempo todo sujeito a multas? E, afinal, a que multa estaria o cidadão/residente em Portugal sujeito por viver numa casa que não observava os trâmites legais do urbanismo nacional? Todos aqueles que tinham duche, até dia 7 de janeiro de 2024, estavam a viver à margem da lei? E de que forma é que uma banheira se impõe sobre uma base de duche, quando a base de duche é o recomendado para pessoas com pouca mobilidade, e a que burocracias é que um doente ou idoso teria de se submeter para obter uma licença para se ver livre da banheira e adotar a base de duche? A minha forte suspeita é a de que, graças à cegueira de legislação do género, andámos e andamos todos meio na ilegalidade, sujeitos à fiscalização que, por sorte, nunca, ou raras vezes, acontece.
O que mais me assustou ao ler sobre esta lei foi o facto de poder imputar responsabilidade, multas e contraordenações a um proprietário recente. Ou seja, se compraram hoje uma habitação, e a mesma não observa os trâmites legais, porque o antigo proprietário a alterou a seu bel-prazer sem pedir licenças para alterar o interior da sua casa, é o vosso nome que poderá ser prejudicado – com custos, tantas vezes elevados – caso os fiscais do urbanismo decidam bater-vos à porta. Pergunto-me se esta lei não inviabiliza – ou, pelo menos, desmotiva, fortemente – a compra de habitação no interior do país, ou a compra de habitações mais velhas, numa altura em que ter casa é um luxo e em que o interior continua a precisar de gente.
No meu caso, comprei, em junho de 2024 uma casa sem licença de utilização. Na escritura, ficou definido que trataria de fazer valer o Alvará da CME para a legalização de um anexo construído com data posterior à definida por lei para a isenção, e a primeira coisa que fiz ao dar início às obras foi corrigir a situação dos esgotos, com visitas regulares de um técnico do serviço de águas e saneamento da dita cuja câmara.
Uma vez que a casa tinha um pé alto de mais de 5 metros, decidi construir um entrepiso (uma espécie de mezanino) e, para esse efeito, fui consultar a lei. A lei transmitiu-me a seguinte informação:
Por outro lado, são acolhidas novas situações de isenção, onde não existe qualquer procedimento administrativo de controlo prévio. É o que passa a suceder, por exemplo: i) quando exista aumento de número de pisos sem aumento da cércea ou fachada (...)
Ontem, contudo, recebi uma carta da CME. Na realidade, uma intimação. Tinha dez dias para me opor à decisão de embargo da obra, pelo período de um ano, e o motivo alegado é que tinha procedido a obras de ampliação da minha habitação sem fazer comunicação prévia à CME, conforme previsto por lei num artigo e letra que não encontro no diploma atual. Não podendo acreditar que a câmara estivesse a emitir pedidos de suspensão – com todas as consequências que daí advém – baseada num parecer erróneo da legislação, voltei a ler o Decreto-Lei n.º 10/2024, perguntando-me porque terá sido mais fácil seguir Guerra e Paz do que este palavreado legal. Mas eis o que deslindo, posto que a alínea abaixo surge ao abrigo da citação anterior
(...) As obras de reconstrução e de ampliação das quais não resulte um aumento da altura da fachada, mesmo que impliquem o aumento do número de pisos e o aumento da área útil;
Por um instante, fiquei em pânico. A minha interpretação parece-me correta, mas a lei é tão confusa, tão omissa, tão obscura e intrincada, até para quem cursa cadeiras de mestrado e leu Leo Tolstói, que pus a hipótese de ter entendido mal. Dirigi a minha resposta ao respetivo departamento da CME e fico à espera.
Mas eu tenho ansiedade e preciso de me sentir segura. Então, a seguir ao pânico, veio a nova resolução: se a CME encontrar – ou fabricar – motivos para embargar a obra, porque imagino que as câmaras estejam muito insatisfeitas com a perda do dinheiro que entrava por via de taxas e taxinhas, papéis, papelinhos e autorizaçõezinhas, compro outra casa. Esta malfadada casa em Évora, na qual o meu irmão se tem esfolado, tem embatido em imensos obstáculos. Primeiro, a pouca, fraca e dispendiosa mão de obra no distrito, onde é da praxe que os empreiteiros aceitem várias obras e as vão intercalando umas com as outras, sem grande seguimento nem cumprimento de prazos – recolhi vários testemunhos neste sentido. Tudo demora imenso tempo, os custos são cada vez mais avultados e, agora, a câmara a pairar sobre a obra, diligente, e a emitir propostas de pedidos de suspensão.
É também isto que está errado com o nosso país. Um cidadão que queira estar em conformidade com todos os meandros da lei, esfola-se em guichés e esvazia os bolsos para regularizar as tais taxas e taxinhas, papéis, papelinhos e autorizaçõezinhas, mesmo quando a lei já não as exige, para evitar “problemas”, porque as pessoas têm medo das câmaras municipais, esses monstros de papelada, como têm da polícia de trânsito quando se sentam ao volante depois de jantar, mesmo que não tenham tocado em álcool. Comprei uma casa fechada desde 2016, o quintal era uma selva, os esgotos estavam às três pancadas, a eletricidade nem quero imaginar, o piso desnivelado, por toda a parte iam surgindo rachas e rachinhas, e estava enclavinhada entre duas outras moradias, habitadas. Na mesma rua, há uma prestes a derramar-se sobre a estrada, a fachada está, literalmente, suspensa por um fio. Ainda assim, nem os vizinhos nem a câmara ficaram satisfeitos com as obras de requalificação. Aborrece-lhes o barulho, chateia-lhes que não tenha preenchido requerimentos (os tais que a lei atual dispensa), e estão preocupados com a cor que escolhi para a porta e o friso, porque há cores de portas e frisos proibidos na região.
Tudo isto é tão pequenino, tão comezinho, que torna mais fácil compreender o porquê de os portugueses desistirem de Portugal. Este aparelho burocrático castrador não incentiva o cidadão comum, com vida ativa, problemas rotineiros, contas para pagar, a querer salvar nada. É mais fácil largar tudo, deixar cair. Um país que não nos estende a mão na saúde, que está a abandonar-nos na educação; uma freguesia como a minha, que tem um incentivo de 500,00 euros para cada criança que nasça na freguesia, porque a mesma vem a perder população há décadas, depois pede-os de volta nas tais taxas e taxinhas, papéis, papelinhos e autorizaçõezinhas.
Um país onde a justiça continua a deixar assassinos saírem com penas suspensas, que explora professores, forças de segurança, médicos, enfermeiros, dispõe-se a perseguir o cidadão cumpridor, trabalhador, com uma ferramenta espantosamente funcional, observadora de prazos e diligente, que é a divisão de fiscalização de urbanismo. Neste Portugal dos escândalos, da corrupção, do compadrio, em que o próprio Ministério da Cultura usa os fundos dos contribuintes (e os europeus) para patrocinar as carreiras dos filhos e netos dos boys, o estado preocupa-se com bidés. E, para começar, como é possível que os portugueses tolerem um estado tão intrusivo que, em 2024, ainda legislava sobre a disposição das suas casas de banho?
Vivemos, mesmo depois da promulgação do novo diploma, a ditadura dos bidés.
Excelente!
ResponderEliminarO compadrio existe há anos, na câmaras, nas juntas, nas associações.
Não há ética.
E se o cidadão cumpre a lei, também sabe que há profissões que têm as suas manhas para fugirem aos impostos.
Infelizmente, a corrupção está entranhada na sociedade .
As finanças andam em cima de nós, mas esquecem que nessas profissões há muita fuga aos impostos.
Picheleiro, cabeleireiros, mecânicos,lojas de roupa(boutiques), e por aí fora.
Se não se fugisse aos impostos, a economia funcionava melhor.
Eu exijo facturas.
O cidadão é sempre o alvo quando as leis são imprecisas ou dão jeito a quem sabe dar-lhes a volta.
Somos um bom povo, mas que não evoluiu.
A evolução traz regras e deveres.
Bom dia
ó nossa senhora...nunca imaginei que um bidé desse pano para tanta manga. Até estou a fazer o exercicio de respirar fundo para me aventurar na leitura.
ResponderEliminarpois...
ResponderEliminarMas só mais um mini comentario : vejo um equivoco.
Ainda assim, desejo que conclua e se instale (na habitaçao )
Talvez se tivesse falado com um arquitecto antes, teria ficado a saber todas as condicionantes a que estaria sujeita.
ResponderEliminarJulgo que quando as pessoas têm de ir a tribunal, contratam um advogado, não andam elas próprias a tentar aprender em dois dias o que outros demoraram anos a estudar.
Mas de facto, é arrepiante, o horror, o fim do mundo.
Nem eu!
ResponderEliminarOlá
ResponderEliminarEspero poder acrescentar algo a esta discussão
É, apenas, nesse sentido de troca de opiniões que o faço, pois penso que é do debate que opiniões se formam. De contrário não vos estaria a escrever.
Relativamente às casas-de-banho, penso ser lamentável deixar de ser obrigatória a instalação de bidet por duas razões:
1. Vai permitir que os construtores diminuam o espaço reservado às casas-de-banho, pelo que vai ser uma forma do arquitecto 'roubar' espaço a esta divisão da casa, para a usar nas outras divisões. O que vai continuar a não permitir instalar mais um qualquer armário.
2. Do ponto de vista da higiéne, com o propósito de encurtar as dimensões das casas-de-banho, deixa de se promover os saudáveis hábitos de higiene de a pessoa
lavar o rabiosque após defecar. Eu sei que está na moda importar os hábitos dos E.U.A. mas isto é verdadeiramente muito mau. E abandonando-se este cuidado básico, nomeadamente de ensinar e incentivar as crianças a este hábito basilar de higiéne, de lavagem após defecar, é quase certo que não o vão ter depois em adultos. E penso que isto não demonstra um saldo qualitativo positivo. E para quem pense que não é importante lavar-se no após e que o mero acto de se limpar com papel higiénico baste, recomendo que vá descascar uma cebola ou um piri-piri, depois limpe as mãos com um pano ou com papel de cozinha e a seguir coloque esses mesmos dedos na boca. Vai imediatamente ficar a perceber qual a diferença entre lavar com água e sabão Vs. apenas limpar. E não vale a pena pensar que a seguir se toma duche, pois nem sempre e possível tomar duche a seguir. Ou por exemplo, uma pessoa com uma diarreia não vai tomar 7 duches num dia.
NOTA:
Quanto à obrigatoriedade, até à data, do bidet, era sobre os projectos de novas casas às Câmaras Municipais, devidamente assinados pelo arquitecto ou engenheiro civil responsável pelo mesmo.
Pensava que todos os portugueses deviam conhecer a legislação, não sabia que tinha de falar com um arquiteto para saber o que posso e não posso fazer na minha casa.
ResponderEliminarCara Célia, não é por a casa ser nossa que poderemos fazer o que entender. Existem normas.
ResponderEliminarExiste por exemplo, o projeto de acessibilidades. Poderá dizer que é autónoma e que não precisa do mesmo. Mas será bem assim? Não pode acontecer que de um dia para o outro exista um qualquer azar (esperemos que não). Que se faria nesse caso? Andar com obras à pressa?
Quanto ao bidé, nem sei como isso é assunto. Retira-o e pronto.
Ou por acaso aí na sua zona, os fiscais da câmara entram dentro da casa das pessoas?? É que só tenho ideia de eles fiscalizarem, durante o licenciamento da obra.
Acho que não entendeu esta partilha. Não me referia a bidés em específico, mas à interferência do estado na intimidade e na propriedade e até na vida pessoal dos cidadãos. Não me parece que o estado tenha o dever de fiscalizar bidés, mas sim de garantir infraestruturas, transportes, estradas seguras, que são o que mais falta no interior. O que me refere, de projetos disto e daquilo, é tudo muito bonito na teoria, mas completamente desligado da realidade dos portugueses. Não há casas acessíveis nas grandes cidades e os portugueses estão dispostos a repovoar o interior, que precisa desesperadamente desse fluxo populacional. O português comum não tem um seguro de saúde nem vai ao dentista, e acha que vai chamar arquitetos para protejos que visam a eventualidade de um acidente? Gastar dinheiro com a hipótese quando o dia a dia já é um sufoco? O aparelho burocrático do país ignora o perfil da população, as suas necessidades, as suas limitações. Como disse, qualquer um pode pegar no diploma e consultar a lei. A lei diz, e bem, que não sou obrigada a informar a câmara de que vou construir um entrepiso. Pronto, não precisei de pagar a um arquiteto que mo dissesse.
ResponderEliminarCaro João, eu sou arquitecto, mas o que diz não faz sentido nenhum. É até um pouco prepotente. Por isso é que a nossa classe tem a fama de ser pedante. Cada um decide o que ter e não ter na sua casa, e se quer ter um arquitecto para auxiliar ou não. E nenhum cidadão pode alegar o desconhecimento da lei, mesmo que não saibamos nada dela.
ResponderEliminarJingle bel, jingle bel,
ResponderEliminarJá não há papel.
Não faz mal, não faz mal,
Limpa-se ao jornal.
O bidé, á falta de melhor, é bom para qualquer javardola lá enfiar as cuecas as meias, etc..
em Amsterdam dizem que não precisam do bidé pra lavar a coisa antes de deitar porque tomam banho e a seguir ao coiso tomam banho de manhã.
ResponderEliminarE o coiso é aquilo que aquele deputado, na Assembleia da República, não conseguiu identificar?
ResponderEliminarNão sei se atenua o que sente, mas tenho algo também aberrante.
ResponderEliminarEm tempos comprei um terreno com uma arrecadação, a qual pelas novas leis do urbanismo ficou ilegal, pelo que a CM ordenou a sua demolição.
Assim sendo, dei inicio ao processo de algo ordenado pela CM. O processo demorou na CM 21 meses e os cerca de 400€ previstos em taxas passaram de 5000€.
E sim, tive de contratar um arquiteto para produzir o projeto de demolição bem como um engenheiro para garantir a segurança de demolição de uma arrecadação num terreno no meio de nenhures.
Ou seja, 21 meses para a CM autorizar o que estava por ela decidido.
Compreendo perfeitamente este seu desabafo pois passou-se o mesmo comigo.
ResponderEliminarNuma casa de família, do princípio do séc. XIX, que herdamos, numa aldeia no meio das serras, quase deserta, mas há 70 anos tinha uma escola primária a qual já ruiu porque os alunos foram rareando e a professora reformou-se!...
Quando à nossa casa também está a ruir... porquê? Porque quando se apresentámos o processo de obras na pequenina casa, com alguns melhoramentos (claro), os obstáculos foram tantos por parte da Autarquia o que nos levou a desistir de gastar alguns milhares de euros onde poderíamos ir passar uns dias de férias durante anos. Exigiam, inclusivamente, um processo "rin" (creio que é assim que se chama, é o que eles nos disseram para no caso de instalarmos telefone fixo?!... onde hoje em dia utiliza-se sim o TELEMÓVEL).
Bem, mas nós estávamos dentro da lei, em certa medida, porque não pensávamos instalar BIDÉ!...
o preço da construção e a raridade de heróis que façam construção, decorre desta intrumissão excessiva do estado em tudo. O estado considera ser seu dever, obrigar a construir a habitação com imensas e densas regras.... e eu considero que apenas devia exigir o mínimo, e quem compra ajuíza que pretende isto ou aquilo. Por exemplo, se a casa nao tiver moveis de cozinha, não tem licença de utilização... não percebo porque!, porque nao pode o comprador comprar sem cozinha e depois escolhe o que lhe apetece e consegue comprar?! e para se ter classificação energética A ou A+, suspeito que se tem de investir mais do que a poupança durante a vida útil dos equipamentos. Ser obrigatório instalar paineis de aquecimento de águas, que custam 10vezes mais que um simples termoacumulador, e depois origina um custo anual de uma centena de euros de manutenção... há coisas que devíamos deixar ao critério e bolsa de cada um. E cada familia com tempo, vai investindo e melhorando a sua casa. Mas consegue começar a vida, com uma casa que consegue pagar, enquanto ainda é vivo e sem grande esforço.... em portugal, a casa nas grandes cidades é um sacrifício a vida toda. Nao tem lógica alguma
ResponderEliminarvai aqui alguma confusao, tanto desnecessaria quanto lamentável.
ResponderEliminarEntao, pela logica de alguns nao seria obrigatorio a casa ter sequer instalaçao eletrica, e reparem ninguem obriga ninguem a usar a dita. Mas existe, está lá. E poderia continuar...nao seria obrigatoria a sanita (nem a respetiva canalizaçao ) , cada um que se ...
Não veio esclarecer a situação, pelo contrário. O que se discute aqui não são comodidades nem segurança. São pormenores que nem sequer fazem sentido atualmente, como a obrigação de ter banheira que só foi revogada a 8 de janeiro deste ano.
ResponderEliminara não obrigação de ter banheira vem com desculpa de por essa razão haver mais espaço noutra divisão.
ResponderEliminarfaz lembrar as escadas muita estreitas nos Países Baixos, mas obrigar as janelas serem largas e os edifícios terem um mecanismo na beira do telhado para em caso de necessidade ser içado mobiliário.
e a autora a dar-lhe !
ResponderEliminarLi alguns comentarios, devido a esses comentei, tipo ponto de ordem.
Uma coisa é a autora, afetada pela situaçao. Ou mais.
Outra sao os leitores, e como que questiono esses : que deve ter uma casa de raiz?
nem queria nada, mas voltei para fazer o que nao devia fazer :
ResponderEliminara casa deve ter chaminé ou cada um faz o buraco (para o fumo) que lhe apetecer ?
E a ditadura da casa de banho?
ResponderEliminarA malta gosta é de bandalheira depois as CM para arranjar uns trocos tratam de complicar com leis taxas e outros problemazinhos porque é o que dá porque para complicar não falta ideias
ResponderEliminarBelíssimo comentário . Parabéns.
ResponderEliminarUm verdadeiro País da treta governado por parasitas, incompetentes e vigaristas.
À asneira, e manifesta dificuldade da autora do blog em entender o que é uma lei, junta-se a censura de um comentário que nem era ofensivo. Que repito: porque não acabar com a ditadura das casas de banho?
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